A UNICAMP cumpriu uma agenda institucional estratégica na China, marcada pela participação na Conferência Mundial da Língua Chinesa e por reuniões com importantes universidades de Pequim. A missão contou com a presença do Coordenador Geral da Universidade, Prof. Dr. Fernando Coelho, e do Diretor Executivo de Relações Internacionais, Prof. Dr. Rafael Dias, reforçando o caráter diplomático e acadêmico da visita.
No dia 13/11, a comitiva esteve na Universidade da Academia Chinesa de Ciências Sociais (UCASS), onde foram discutidos avanços na colaboração entre as instituições e a criação de um programa regular de intercâmbio docente a partir de 2026. À tarde, a delegação visitou a Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim, com a qual a UNICAMP mantém cooperação ativa na área de administração e negócios internacionais. Durante a Conferência, as universidades formalizaram um novo acordo de cooperação, assinado na presença do Vice-Ministro da Educação da China.

Realizada entre 14 e 16/11, a Conferência Mundial da Língua Chinesa reuniu representantes de diversas regiões do mundo e permitiu à UNICAMP estabelecer contatos com mais de 15 universidades chinesas, além de instituições da América Latina, África e Europa. Os diálogos abriram caminho para futuras parcerias em pesquisa, mobilidade e formação acadêmica.
Após o evento, a agenda seguiu com visitas à Universidade de Tecnologia Química de Pequim, à Universidade Renmin e à Universidade Jiaotong de Pequim (BJTU), parceira da UNICAMP no Instituto Confúcio. Em 17/11, na Universidade de Tecnologia Química, foram discutidas ações previstas em acordo recente, incluindo a criação de um seminário anual alternado entre Campinas e Pequim e o incentivo à mobilidade docente e científica. Na Renmin, avançaram tratativas voltadas ao desenvolvimento de atividades conjuntas em ensino e pesquisa, com enfoque inicial no tema da “Prosperidade Comum”. No dia 18/11, na BJTU, a delegação reuniu-se com professores da Faculdade de Ciências Físicas e Engenharia e visitou o museu da instituição.
A missão é considerada altamente produtiva, por consolidar parcerias já existentes, abrir novas frentes de cooperação e reafirmar o papel da UNICAMP no cenário internacional de educação, ciência e inovação.